quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Playlist | The Lumineers - Ho Hey



I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A incompetência

A Competência é um conceito amplo. É um saber agir responsável e reconhecido, que implica mobilizar, integrar, transferir conhecimentos, recursos e habilidades, que agreguem valor económico à organização e valor social ao indivíduo, que se baseia-se no conhecimento (saber-saber), na habilidade (saber-fazer) e na atitude (saber-estar).

O Comportamento é o único meio de observar as competências, pelo que se torna no intermediário fundamental de ancoragem e operacionalização prática das mesmas. Aqui entende-se o Comportamento no sentido de acções observáveis que o indivíduo utiliza intencionalmente em contexto profissional, no sentido de produzir resultados determinados ou obter efeitos e reacções específicas; São assim o reflexo aparente do “saber estar” e do “saber fazer”.


Para avaliar as Competências podemos utilizar três estratégias: 



  1. Por comparação empírica com níveis de proficiência (inventários e check-lists)
  2. Por observações de frequência comportamental (questionários ou observação sistemática)
  3. Por comparação de desempenhos face a população de referência ou padrões pré-definidos (gap’s face a padrão, observação sistemática ou superação de provas ou testes estruturados)
E onde é que eu quero chegar com isto tudo?



Ora muito bem.. precisamente ao antónimo da Competência... a INCOMPETÊNCIA.


A Incompetência está sempre presente na nossa vida, pois não somos competentes em tudo, mas é por demais nos dias de hoje na área profissional.


A Incompetência é a inabilidade de alguém de desempenhar adequadamente uma determinada tarefa ou missão. Essa inabilidade pode ser momentânea, ou delimitada no tempo, ou então prolongada. O problema é quando ela é prolongada, escondida e dissimulada, isso sim é muito mau. Deitar areia para os olhos dos outros, que não conhecem o trabalho, já de si é mau, mas passa, mas agora fazê-lo com que se trabalha diariamente, à vários anos é péssimo. E são estas pessoas que estão em lugares de coordenação ou de gestão de topo.

É assim que Portugal está, com uma gestão/ coordenação realizada por uma grande maioria de incompetentes, incapazes de reconhecer as suas limitações e de fazerem algo por isso. E se as avaliarmos, seja de que forma for, chegamos à conclusão que até são competentes na sua incompetência.




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cartas de Amor # 1



Julgo que pela primeira vez em muitos anos sei realmente o que é a felicidade.
Felicidade partilhada, o Amor.

Contigo perdi o medo há muitos anos enraizado, contigo entreguei-me plenamente.
Sou TUA, sou mesmo TUA. Sem medos, sem receios, sem fachadas.

Fazes de mim constantemente uma pessoa melhor, e com vontade de ser mais e melhor, por mim, por ti e principalmente por Nós.

Tudo encaixa na perfeição, e era para mim tão difícil acreditar nisto quando me diziam, mas agora acredito... acredito porque me fizeste acreditar.

Sei que por vezes as palavras não me saem, que fico calada, pensativa... mas por aqui vais encontrar aquilo que por vezes não sei explicar ou dizer tão bem quanto gostaria.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Inevitável...

Nascemos, crescemos, amadurecemos, decrescemos e morremos.

É inevitavel o ciclo da vida, a não ser que se seja interrompido bruscamente... como ontem aconteceu!

Quando te vi, foi paixão à primeira vista, não pensei duas vezes em trazer-te comigo, tu tão pequenininha no meio daquilo tudo. Com muito carinho e vontade fomos construindo uma relação de confiança, pois mais arisca e desconfiada que tu não parece que existisse.

Ganhas-te o meu coração, como eu sei que ganhei o teu! Dei-te tudo o que podia e não podia, fui muitas vezes permissiva, porque tu eras Minha, preferi-te sempre ao invés de outras coisas, eras a minha prioridade... no fundo eu é que era tua!

Mas lentamente foste mudando, e eu não percebi, tornas-te anti-social para os outros, e eu não quis perceber. Estava cega por ti e queria dar-te o melhor, já tinhas sofrido muito antes de vires ter a mim.

Um dia, sem que nada fizesse esperar, alguém, que tu conhecias bem, abraçou-me e tu atiraste-te, com o intuito de magoar... e como tu magoas-te! Mas mais uma vez, culpei eu a pessoa e a ti desculpei, dei-te mimos, reforcei. Não devia.

O tempo passou e tu passas-te a dominar e eu a ser dominada... até que te viras-te a mim só porque te estava a fazer festas, como tantas outras vezes te fiz. Não gostei, ralhei, fiquei magoada, mas mais uma vez desculpei.

Tu mudas-te tanto!! ou será que fui eu que finalmente te vi como toda a gente te via e me avisava? Estaria assim tão cega por ti, ao ponto de não te ver?

No últimos meses o teu comportamento escalou de uma maneira que eu não poderia imaginar... uma coisa era comigo outra coisa completamente diferente é com outras pessoas, e aí já não deu mais para ignorar. Mesmo assim tentei resolver o problema com as pessoas indicadas, mas nada disso adiantou e só agravou.

Fiz tudo o que podia, dei-te tudo o que podia. <3

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O início...



O ciclo vital é um conjunto de acontecimentos universais, sequencialmente previsíveis indutores de mudança e de adaptação da organização individual, familiar e profissional.

Não há propriamente um início nem propriamente um fim. No entanto: o processo psicológico inerente a estes acontecimentos de vida, é diferente para cada individuo, dadas as suas características específicas.

O indivíduo pode ser visto como um sistema aberto, na medida em que é influenciável por fatores sociais, onde se verificam influências recíprocas. Como um sistema aberto e total, está sujeito à adaptação, o que implica uma transformação e remodelação contínua, sem no entanto perder a sua identidade. 

Ao longo do nosso percurso desenvolvimental sofremos um processo de desenvolvimento, no sentido da complexificação – diferenciação estrutural progressiva, que nos permite alcançar uma melhor perceção da realidade, relações mais satisfatórias, mais competências, um nível de compreensão maior, compreender melhor os papeis que desempenhamos na nossa vida e ser mais flexíveis, permitindo-nos funcionar em consonância com a exigência das situações, relacionais ou não.

Este é um novo momento de mudança, de crise no meu percurso desenvolvimental. Estou em metamorfose e preciso de me libertar para assim atingir um novo estádio que me permita adaptar aos novos papéis e funções que pretendo desempenhar.

Este é o meu espaço, sejam bem-vindos.